Caicoense Andrey Valério é eleito presidente da Confederação Brasileira de Beach Soccer


O potiguar Andrey Valério foi eleito como presidente da Confederação Brasileira de Beach Soccer para o quadriênio 2017-2020. A escolha aconteceu na última terça-feira, no Rio de Janeiro, após indicação de 17 das 22 federações da modalidade. A missão da nova presidência e do conselho fiscal é valorizar a entidade, que ficou escanteada após impasses jurídicos com a CBF, que passou a reconhecer a Confederação de Beach Soccer do Brasil (CBSB) como parceira oficial.

Formado em Educação Física, o profissional já treinou a seleção brasileira por duas vezes. Entre outros trabalhos, comandou a equipe de areia do Flamengo e foi consultor técnico da seleção da Venezuela de beach soccer. No campo, atuou como treinador de vários clubes potiguares, como Alecrim, Assu e Santa Cruz-RN. Ao GloboEsporte.com, Andrey Valério revelou que uma auditoria está em andamento na CBBS, para verificar todo a parte financeira dos últimos 12 anos, que estava sob administração de uma empresa de gerenciamento esportivo. Outra medida foi a transferência da sede do Rio de Janeiro para Natal.

- Tivemos essa eleição e recebemos o apoio de 17 das 22 federações. Vamos recomeçar o trabalho e conversar com alguns dirigentes para reerguer o beach soccer brasileiro. O meu nome foi colocado em votação e solicitei algumas contraprovas, como a mudança da sede para Natal. Agora, a Confederação está passando por um processo de auditoria para saber como foi a administração dos últimos 12 anos. Nós queremos saber o que temos a receber e o que, porventura, temos de pagar. Vários contratos estão em aberto e precisamos saber de que maneira foram realizadas pela administração anterior - contou Andrey Valério.

Entre as propostas da nova gestão, Andrey quer impulsionar a formação de atletas, montando estruturas locais para a criação de clubes. Outra ideia é abrir espaço para o futebol feminino e regulamentar a categoria junto ao Ministério do Trabalho. "As propostas ainda estão sendo estudadas, mas podemos falar da criação de uma copa feminina estudantil sub-17, aumentar a presença de jogadores nas categorias de base e abrir um diálogo para buscar a regularização dos jogadores beach soccer, normatizando a atividade junto ao Ministério do Trabalho" completou.

Fonte: GE/RN

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